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1º Encontro Regional da Construção a Seco – Brasília/DF

A Contract é uma das patrocinadoras do 1º Encontro Regional de Construção a Seco de Brasília, que acontece no dia 17 de agosto na FINATEC. O evento, que já teve uma edição realizada em maio deste ano em Recife, busca trazer mais conhecimentos sobre o método construtivo Light Steel Framing a importantes regiões do Brasil no setor da construção civil. O Evento: O sistema construtivo light steel framing representa hoje uma alternativa para o setor, trazendo novas soluções e oportunidades.Profissionais atuantes que tem contribuído significativamente para o desenvolvimento do sistema no Brasil estarão reunidos com arquitetos, engenheiros, tecnólogos, entidades de classe, construtoras, universidades, indústria e fornecedores para apresentar a tecnologia, as inovações, desafios e tendências do mercado da construção civil. Brasil e o LSF Nos últimos anos, o potencial do sistema construtivo tem sido cada vez mais explorado em todos os tipos de projetos, de Norte a Sul do país. Cases residenciais de sucesso podem ser encontrados no sul e sudeste do país, a exemplo das casas de alto padrão em Santana de Parnaíba/Alphaville (SP), em condomínios em Canoas (RS), e em Vitória (ES) . Já no estado de Minas Gerais, por exemplo, o LSF foi a solução encontrada por administrações públicas para reduzir pela metade o tempo de execução de Unidades de Pronto Atendimento (UPAS), de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e também de inúmeras creches. Além das tipologias de obras citadas, a versatilidade do Light Steel Framing também tem possibilitado seu emprego em construções aeroportuárias, estádios esportivos, hotéis, edificações industriais e habitações de interesse social. Tais usos comprovam, cada vez mais, os benefícios da construção industrializada e a consolidação do LSF. Clique e confira a programação completa. Data: 17/08 Local: FINATEC – Brasília/DF Clique e faça sua inscrição!
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Piso elevado: conheça as vantagens

Muito utilizado em obras corporativas, o piso elevado é composto de placas modulares que são fixadas sobre estruturas reguláveis, possibilitando a passagem do cabeamento do empreendimento, como os cabos de dados, elétricos e de telefonia, e por ser facilmente removível facilita a organização e futura alteração de layout. Segundo o Eng. Marco Aurélio Exner, aplicado sobre a laje existente, de preferência nivelada, são montadas estruturas de apoio com altura regulável e sobre essas estruturas são fixadas as placas do piso elevado. "A grande vantagem da aplicação é a facilidade na manutenção, já que o piso elevado pode ser removido sem causar maiores danos no ambiente, além de serem mais práticos e rápidos para instalação.”, explica Exner. Hoje existem no mercado diversos produtos desse tipo, entre eles metálico, ardósia e granito, de fácil montagem e desmontagem, que atendem às necessidades dos clientes. “A procura pela aplicação do piso elevado tem sido grande, principalmente por arquitetos a fim de aprimorar projetos e obras corporativas ”, ressalta o engenheiro. Os pisos elevados são perfeitos para deixar o ambiente mais funcional e sem cabeamentos a vista. Fonte: Portal Moveleiro
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Sistema permite construir casa em dez dias

Apesar de recente por aqui, o sistema rápido de construção steel frame vem ganhando adesão de arquitetos e engenheiros brasileiros. Por usar placas ou perfis leves de aço padronizados, combinados com drywall (gesso acartonado) e placas cimentícias, a tecnologia é capaz de executar projetos de maneira mais ligeira e mais limpa que as obras de alvenaria tradicional. "É o contrário do usual. Enquanto se gasta de quatro a cinco meses com o projeto, a execução é bem rápida. A obra em uma área de 60m², por exemplo, pode ser entregue apenas dez dias", afirma a arquiteta de Mogi das Cruzes (SP), Heloisa Pomaro, que já trabalha com a técnica há 13 anos. Outras vantagens são a possibilidade de expandir a construção com facilidade e a resistência – a estrutura chegaria a durar 100 anos. "Também é possível aproveitar melhor o espaço interno, manter um excelente isolamento acústico e térmico e até mesmo montar uma estrutura em aço galvanizado para o telhado, que é imune ao ataque de insetos", comenta a arquiteta. Um dos motivos para a elaboração do projeto levar tanto tempo é que as placas padronizadas precisam ser unidas de forma a atender a arquitetura da casa. O sistema convencional é mais flexível. "É como o Lego. Você tem as mesmas peças e precisa produzir diferentes estruturas", compara Heloisa. De qualquer forma, a técnica já serviu de base tanto para casas de alto padrão quanto para prédios públicos, com o da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano, em São Paulo, e as Unidades de Pronto Atendimento, no Rio de Janeiro. A demora no planejamento está ligada também aos cálculos mais precisos sobre utilização do material, de forma a evitar a sobra indevida de aço. "O steel frame reduz em 80% a utilização de cimento e não produz entulho. Não seria coerente possuir esse apelo sustentável e errar no cálculo sobre a quantidade de aço necessária". Fonte: bonde.com.br
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Método de construção seca garante resistência e rapidez nas obras

Construir uma casa aliando rapidez, ganho de espaço, durabilidade e, ainda por cima, contribuir com a preservação do meio ambiente parece uma tarefa difícil, mas é possível no método de construção seca. Considerada a melhor opção em resistência, a técnica é bastante utilizada nos Estados Unidos e em países da Europa, lugares que possuem uma grande incidência de terremotos, maremotos e furacões. Método gera menos resíduos e o impacto ambiental é menor (Foto: Divulgação) Com o objetivo de eliminar ou diminuir o uso de água durante as obras, o sistema está deixando de ser uma opção somente para empresas e vem conquistando também os consumidores finais. Afinal, gera menos resíduos e, consequentemente, o impacto ambiental é menor. "Na obra seca, existe uma redução do lixo em aproximadamente 60% se comparado a uma convencional", explicam os especialistas de uma empresa especializada em construção civil, localizada em São José do Rio Preto (SP). Ao contrário de uma obra normal, as paredes têm os tijolos e argamassas substituídos por gesso acartonado com estruturas em perfis de aço galvanizado, chamados de Light Steel Framing. Este sistema dispensa o uso de água na produção e instalação. A espessura da parede depende de cada projeto e, segundo a construtora, o conforto térmico e acústico é melhor do que na alvenaria. Os pisos são colocados por um sistema elevado, que é composto por suportes metálicos e ajustáveis onde são encaixados. Sem corte ou geração de entulho, as instalações de tubulações e fiações elétricas correm entre painéis ou dentro de septos verticais de blocos. Outros materiais geralmente utilizados são vidros, painéis de plásticos e de ACM, que são chapas externas de aço, geralmente existentes em fachadas. Economia no bolso e redução no prazo de execução foram fatores-chave para que o gerente de obras Geraldo Cesta optasse por este tipo de construção. "Além de ter pago entre 10% e 15% a menos se comparado às formas tradicionais, existe a modernidade e praticidade do sistema, que dispensa a mão-de-obra artesanal e confere padronização", conclui. Este sistema dispensa o uso de água na produção e instalação (Foto: Divulgação) Vantagens e desvantagens O tempo de construção e o preço variam conforme as características de cada projeto, porém, de acordo com a empresa, a produção é mais rápida se for comparada com os sistemas convencionais. Outra vantagem é que, durante o inverno, as residências construídas com este método conseguem reter mais calor dentro da edificação, o que promove uma dissipação da temperatura. Por outro lado, os custos e o desconhecimento por parte da população podem prejudicar a aplicação. O preço, segundo uma empresa de Sorocaba (SP) especializada na construção seca, é calculado por metros quadrados e depende muito do acabamento que a obra terá. "A metragem custa a partir de R$ 1.200, porém, pode chegar a qualquer valor, já que é de acordo com o projeto", comenta o vendedor Juliano Honório. Casas com sobrados têm seus valores encarecidos, mas não por conta do material utilizado e, sim, pela mão-de-obra, porque necessitará de andaime e guincho. Tempo de construção…
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Light Steel Frame para ganhar agilidade e sustentabilidade.

Hotel em Minas Gerais adota técnica construtiva em light steel frame para ganhar agilidade e sustentabilidade. A utilização da técnica construtiva em light steel frame (LSF) vem ganhando cada vez mais força no segmento da construção civil. Para a ampliação do Lagoa Flat Hotel, localizado em Lagoa da Prata (MG), a construtora adotou o método no empreendimento, que contará com 10 andares e 70 apartamentos. No fim deste mês, o hotel vai inaugurar 30 quartos e, até outubro, toda a obra será concluída. Atualmente, o Lagoa Flat Hotel possui 20 unidades habitacionais em quatro andares, além de contar com um moderno elevador panorâmico que proporciona uma vista para a cidade. A obra tem estrutura em concreto armado e o LSF está sendo aplicado na vedação externa de sete pavimentos . Os painéis do sistema construtivo foram disponibilizados pré-montados e a vedação foi realizada com um sistema em multicamadas, característico do steel frame. Considerado altamente sustentável, o LSF possibilita mais rapidez na construção, além de proporcionar economia de mão de obra e de materiais. De acordo com Luciana Lamounier, engenheira responsável, o sistema construtivo aumentou a produtividade e reduziu os desperdícios e impactos ambientais na obra. "A escolha do steel frame nos trouxe muitos benefícios. Demandou um número menor de funcionários e contribuiu para manter a obra limpa e organizada. É um método rápido, seguro e dinâmico, resistente ao fogo e com excelente desempenho termoacústico, pois suas paredes possuem capacidade estrutural, o que possibilita a construção de lajes secas", destaca Lamounier. Os materiais que compõem as camadas externas do Lagoa Flat Hotel são as placas OSB (painéis de tiras de madeira), manta hidrófuga, tela e fita de fibra de vidro nas juntas, placa cimentícia e acabamento superficial com massa. Na face interna, foram utilizadas placas de gesso dos dois lados e, para aumentar a eficiência termoacústica do sistema, o "recheio" dos painéis recebeu lã de vidro. "O steel frame é um sistema construtivo aberto, que possibilita a utilização de diversos materiais de revestimento. É flexível devido à facilidade de reformas e ampliação e racionalizado por otimizar a utilização dos recursos e o gerenciamento das perdas", explica a engenheira. Segundo o diretor de Operações, Edison Tateishi, o uso do LSF tem se tornando cada vez mais comum em grandes obras pela rapidez na finalização e em função de ser um produto versátil e ecologicamente correto, pois não há desperdício nem sobra do material. "A durabilidade também é destaque das estruturas metálicas em LSF. Os perfis possuem resistência a cupins, pragas e bactérias e têm vida útil superior a 100 anos. Utilizamos um aço especial, com uma camada de proteção superior, que oferece resistência garantida e permite um cálculo estrutural preciso, atendendo a todas as normas ", afirma Tateishi. Fonte: Terra
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Forros Minerais: Como Instalar

Forros minerais são revestimentos aplicados em ambientes internos capazes de reduzir ruídos em até 45 decibéis (dB), aumentando o conforto acústico de construções. Eles podem ser aplicados em diversos espaços, exceto em locais úmidos. “Também não é recomendado que os forros sejam instalados diretamente abaixo da estrutura do telhado”, completa Pedro Felício, instrutor de cursos profissionalizantes do Senai-SP. A composição do forro mineral conta com fibras biossolúveis, aglutinantes orgânicos, argila, perlita e celulose reciclada. Por não utilizar materiais que poluem o solo, o revestimento é considerado sustentável e soma pontos para a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design). Outra vantagem é a agilidade na instalação e facilidade de manutenção, pois seu sistema é baseado em painéis (ou módulos) que se apoiam sobre uma estrutura metálica leve, podendo ser deslocados ou removidos. “É possível acessar facilmente o plenum (entrefo INSTALAÇÃO "Não é recomendado que o forro seja instalado diretamente abaixo da estrutura do telhado" (Pedro Felício) A estrutura metálica que suspende o forro mineral é composta por perfis estruturais e tirantes fixados na laje. A aplicação deve ser feita na fase de acabamento da obra e arranjada junto a outros sistemas, como hidráulico, elétrico, de ar ou de gás. Os equipamentos necessários para execução do serviço são: lápis para demarcação e furadeira ou pistola de fixação. Para auxiliar a tarefa, o ideal é ter um kit com ferramentas básicas contendo trena, nível, prumo, linha de marcação, estilete, serra manual, esquadro, rebites, parafusos, buchas e chave de fenda. INSTALAÇÃO: PASSO A PASSO 1- A primeira etapa consiste em demarcar os pontos para fixação dos tirantes, que serão fixados diretamente na laje. Para isso, recomenda-se utilizar lápis para demarcação, trena, nível, prumo e/ou linha de marcação. “É importante respeitar a especificação do fabricante de distância entre esses elementos, pois eles são responsáveis pela sustentação de toda a estrutura”, alerta Felício. 2- Após a demarcação de todos os pontos, certifique-se de que as distâncias estão corretas. Caso estejam, fixe os tirantes na laje com furadeira ou pistola de fixação. O elemento de fixação pode variar conforme o fabricante. 3- Instale os perfis perimetrais com parafusos e buchas, começando pelas peças que ficarão nas paredes. Em seguida, ancore e fixe os perfis principais nos tirantes e nos perfis perimetrais. Se necessário, ajuste o comprimento da peça cortando-a com uma serra manual. 4- Coloque as travessas fileira por fileira entre perfis principais. Para finalizar a estrutura metálica, instale os perfis da ponta. Eles ficarão apoiados entre os perfis principais e perimetrais e provavelmente precisarão ser cortados. 5- Com a estrutura metálica pronta, instale os painéis de forro mineral. Eles devem ficar apoiados nos perfis metálicos, sendo colocados de baixo para cima. Nessa etapa, recomenda-se tomar cuidado com os tirantes e manusear os painéis cuidadosamente, evitando danos, principalmente nas bordas. 6- Se foi necessário cortar os perfis da ponta, corte as placas que serão instaladas nesses espaços de forma proporcional com estilete. 7- É possível substituir painéis por luminárias e outros acessórios modulares. 8- Após…
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FORROS: UM OLHAR PARA O ALTO

O forro como forma de acabamento e de demarcação dos espaços internos sempre foi um elemento arquitetônico importante. Nos últimos anos, porém, novas funcionalidades foram atribuídas a ele. Mais do que assumir um papel decorativo, o produto passou a auxiliar na garantia do desempenho acústico das edificações. Ao mesmo tempo, principalmente em ambientes corporativos, o forro torna-se cada vez mais necessário tanto para esconder quanto para facilitar o acesso às instalações prediais que, por sua vez, estão mais complexas. " A gente não se satisfaz mais com o forro padrão, aquele que todo mundo faz, mas procuramos soluções que possam ser personalizadas e adaptadas às nossas necessidades", ressalta a arquiteta Heloisa Dabus, para quem o forro é indispensável. "Estamos falando do item que mais agrega valor em um espaço corporativo, afinal, as pessoas tendem a olhar para cima, e não para baixo", afirma. Diante de tantas exigências do mercado, não causa surpresa o fato de os sistemas para forro agregarem, a cada ano, mais tecnologia e soluções com matérias-primas e desempenhos variados. Entre as inovações mais recentes estão, por exemplo, os forros de gesso acartonado e de fibras minerais que contam com um agregado mineral em sua massa que atua como um catalisador de compostos orgânicos voláteis, permitindo, assim, acelerar a decomposição da fumaça e de odores no ambiente. Outra novidade é o forro mineral que absorve as ondas eletromagnéticas excedentes em locais com redes de computadores sem fio - com isso, a velocidade de transmissão de dados aumenta e os índices de quedas da rede diminuem. Não menos importantes são as novas formas de fixação de forros suspensos, para grandes ou pequenos panos de instalação. Além disso, sistemas que ocultam os perfis estruturais foram criados, assim como diversos tipos de bordas (quadrada, rebaixada, bisotada). "Esse tipo de flexibilidade é fundamental nos dias de hoje", afirma o arquiteto Marcelo Agosto, que aposta no aumento do uso de forros modulares, sobretudo por conta da facilidade para realizar manutenções posteriores. "A tendência é a de que a quantidade de itens instalados no vão situado entre a laje de piso de um andar e o forro do andar inferior aumente cada vez mais, exigindo opções mais flexíveis e remanejáveis", diz o arquiteto. Na onda dos investimentos em inovação, o forro modular também recebe diferenciais para acabar com o estigma negativo que carrega com relação ao seu aspecto visual - o que vem sendo progressivamente derrubado com o aumento das opções de acabamento disponíveis no mercado. "Equacionar os estoques dos distribuidores com a diversidade de produtos demandada pelos especificadores é o grande desafio para a indústria, que precisa prover soluções esteticamente aceitas, de bom desempenho e ótimo custo", comenta Fábio Miceli, da AMF. Com inúmeras implicações técnicas e papéis a desempenhar, especificar um sistema de forros é um trabalho complexo que envolve, além da escolha pelo material mais oportuno, a compatibilização com projetos de acústica, ar-condicionado, iluminação, cabeamento, entre outros. Um projeto de modulação de forro precisa, por exemplo, contemplar a adaptação de luminárias,…
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Poli-USP cria um laboratório vivo para a construção civil

A construção civil brasileira será uma das primeiras no mundo a ter um chamado laboratório vivo (em inglês, living lab). Há, hoje, apenas outras cinco estruturas semelhantes no planeta, todas no Hemisfério Norte. Trata-se de um edifício que contribuirá ativamente para o desenvolvimento de novos materiais e soluções cada vez mais sustentáveis. A iniciativa é resultado do trabalho do Centro de Inovação e Construção Sustentável (CICS) recém-criado pelo Departamento de Construção Civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). “O objetivo é reunir uma grande equipe multidisciplinar no espaço, que consiga criar alternativas sistêmicas para diferentes problemas”, destaca o professor Vanderley John, que coordena o projeto juntamente com os docentes Francisco Cardoso, Orestes Gonçalves e Vahan Agopyan.   PROJETO ARQUITETÔNICO O laboratório vivo funcionará em um prédio de 600 m² já existente dentro do campus Butantã da USP, que passará por retrofit completo, com aproveitamento apenas de sua estrutura. Anexo a ele, será construído outro de 650 m2, formando um conjunto único. A concepção do projeto arquitetônico é doescritório aflalo/gasperini, e o desenvolvimento coube à Vivá Arquitetura.   "Quando a empresa não tem certeza sobre a qualidade de um novo produto, poderá ensaiá-lo no living lab em vez de testá-los em projetos de clientes. Será o local onde as coisas podem dar errado."   Vanderley John   Inicialmente, serão instalados o Laboratório de Microestrutura e Ecoeficiência de Materiais (LME), o Laboratório de Sistemas Prediais (LSP), o Laboratório de Fachadas (LF) e um centro para pesquisas sobre usos alternativos de energias e a sua integração com outros sistemas - ainda sem nome definido. A edificação abrigará a sede do CICS e outros laboratórios, conforme a demanda. As obras devem se iniciar no segundo semestre de 2016 e estão orçadas em cerca de R$ 15 milhões. “A ideia é que toda a construção seja executada com uso de recursos privados oriundos de doações”, diz.   COMO FUNCIONA O LABORATÓRIO VIVO O living lab foi planejado para que a sua configuração permaneça em constante mutação, com alterações e substituições de sistemas e materiais. Fachadas, coberturas, revestimentos, iluminação, entre outros componentes e elementos construtivos, serão testados e monitorados sistematicamente. “Um fato interessante é que o prédio estará sempre habitado por pesquisadores, ou seja, os ocupantes terão a capacidade de informar como a instalação de determinado item influencia no cotidiano”, afirma o professor, definindo o projeto como uma “máquina para testes de novas soluções e edifícios”. Um bom exemplo serão as fachadas em teste que, além do desempenho, vão aferir a produtividade, as dificuldades de montagem, as deformações causadas por cargas, entre outras situações em condições reais de uso. Para os fabricantes de sistemas e materiais, os laboratórios são a oportunidade de ensaios de inovações. “Quando a empresa não tem certeza sobre a qualidade de um novo produto, poderá ensaiá-lo no living lab em vez de testá-los em projetos de clientes. Será o local onde as coisas podem dar errado”, observa o docente. Haverá, ainda, a possibilidade de parcerias com outros laboratórios para realização…
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Lã de Vidro: Isolamento Térmico e Acústico

A lã de vidro, por suas propriedades físicas e químicas, é um dos mais tradicionais isolantes térmicos usados no mundo. Na construção civil, tem contribuído para a obtenção do conforto térmico e acústico das edificações comerciais e residenciais. Além disso, o isolamento térmico também possibilita o uso racional de energia nas edificações, principalmente nos sistemas de ar-condicionado, pois possibilita o uso de equipamentos de menor porte (menor investimento), diminuindo o consumo. A lã de vidro é um componente fabricado em alto forno a partir de sílica e sódio, aglomerados por resinas sintéticas, desenvolvidas especificamente para melhorar o isolamento termo acústico do edifício. É comercializada em rolos e em painéis, havendo uma diversidade de densidades e espessuras, que adequam-se a cada necessidade. Características É leve, fácil de manusear e de cortar; São incombustíveis, evitando a propagação das chamas e o risco de incêndio; Reduz o consumo de energia do sistema de ar condicionado; Não atacam as superfícies com as quais estão em contato; Não favorecem a proliferação de fungos ou bactérias; Não deteriora nem apodrece; Não é atacada nem destruída pela ação de roedores; Não tem o desempenho comprometido quando exposto à maresia; Sua capacidade isolante não diminui com o passar do tempo. Performance Térmica É leve, fácil de manusear e de cortar; São incombustíveis, evitando a propagação das chamas e o risco de incêndio; Reduz o consumo de energia do sistema de ar condicionado; Não atacam as superfícies com as quais estão em contato; Não favorecem a proliferação de fungos ou bactérias; Não deteriora nem apodrece; Não é atacada nem destruída pela ação de roedores; Não tem o desempenho comprometido quando exposto à maresia; Sua capacidade isolante não diminui com o passar do tempo. Performance Acústica Por ser um material fibroso, a lã de vidro é um dos melhores materiais para o tratamento acústico, podendo ser usada na isolação acústica, que é a construção de barreiras para evitar a transferência de uma onda sonora (ruído) de um ambiente para o outro ou na absorção acústica, que é um tratamento aplicado para melhorar a qualidade acústica dos ambientes. Quando uma onda sonora entra em contato com a lã de vidro, ela é facilmente absorvida, devido à porosidade da lã. Além disso, ocorre uma fricção entre a onda e a superfície das fibras. Essa fricção converte parte da energia sonora em calor, ou seja, a lã de vidro faz com que a energia sonora perca intensidade, o que resulta em um aumento de absorção ou da isolação sonora.Tal fenômeno de absorção e fricção em conjunto não ocorre com outros materiais não-fibrosos. Segurança Contra Incêndio A lã de vidro é um material incombustível, qualidade que deve ser considerada em todos os projetos de edificações comerciais ou residenciais. O comportamento ao fogo dos materiais isolantes, inclusive aqueles com revestimentos, deve ser o de não contribuir e não propagar o fogo durante uma situação de incêndio. Deve-se tomar cuidado com os produtos denominados "auto-extinguíveis", pois tal situação não se aplica em caso de incêndios, quando,…
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Crescimento Estruturado – Light Steel Frame

Na contramão do desempenho descendente da construção civil, o segmento de Light Steel Frame vem expansão. O sistema composto por perfis leves de aço galvanizado que podem ser fechados por placas cimentícias, por painéis de tiras de madeira orientadas (Oriented Strand Board, ou OSB) ou por placas de gesso acartonado segue avançando e conquistando novos mercados. Além da tradicional aplicação em residências unifamiliares, também tem sido aplicado em creches, escolas, galpões, lojas comerciais, alojamentos de obras e em diversas tipologias. Outro nicho que ganha força é o de vedação de fachadas em shopping centers, edificações industriais e edifícios comerciais e de habitação, em que pode substituir a alvenaria em edificações de estrutura metálica ou em concreto. O cenário favorável, de acordo com especialistas, coincide com a busca cada vez maior por parte das construtoras e incorporadoras por sistemas industrializados, capazes de incrementar a produtividade e reduzir prazos de obra. "O mercado ficou mais complexo. Há maior competitividade entre as empresas, que precisam cada vez mais aumentar sua produtividade. O Steel Frame ajuda as empresas a responder a essa demanda", observa Silva Scalzo, membro da comissão executiva do Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA) e especialista em desenvolvimento de mercado da construção da ArcelorMittal. Danilo Andrade, gerente de engenharia da Odebrecht Infraestrutura, confirma que um dos principais motivos para esse avanço são os enormes benefícios oferecidos pela industrialização. "As edificações em Light Steel Frame apresentam um comportamento diferente do convencional. O método é muito vantajoso, tanto que usamos o sistema para executar 32 creches em dois anos em Belo Horizonte. Seria impossível executar esses edifícios de 1,1 mil m² nesse prazo com uma metodologia convencional", conta. O engenheiro lembra que, depois de vencer a barreira cultural para que o sistema fosse aceito na capital mineira, a empresa já conseguiu conquistar um novo contrato para construir mais 14 escolas em um ano. "A tendência é que isso se replique em outros locais. Em virtude da experiência bem-sucedida, a empresa também estuda a sua utilização em obras para atender ao programa Minha Casa Minha Vida", conta. Projeto detalhado O Light Steel Frame pode ser usado em diferentes tipologias de edificações. Apesar de permitir a execução de edifícios com até sete pavimentos, especialistas esclarecem que seu uso é mais adequado e competitivo para a construção de casas térreas, sobrados e edifícios baixos, com até quatro pavimentos. Para garantir o bom desempenho do sistema, o ideal é que o projeto de arquitetura seja o mais detalhado possível, contemplando os projetos complementares e todos os subsistemas a serem utilizados, com atenção especial às interfaces entre os componentes. "Como, por exemplo, o detalhamento da interface das esquadrias com a parede, a sua fixação na parede, posicionamento dos arremates, soleiras e pingadeiras para garantir o escoamento e estanqueidade do sistema", observa Silvia, lembrando que, em sistemas industrializados, a importância do detalhamento é ainda maior. "Em especial para obtenção dos benefícios de maior produtividade e menor geração de resíduos que o sistema pode oferecer." Ventos, cargas e sobrecargas…
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